Conheça a Rotina de Cuidados para o Cultivo de Rosas

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As rosas são mundialmente cultivadas, e oferecem diversos tipos, com milhares de híbridos e também de variedades, trazem toda a diferença em termos de tamanho, de cor e ainda de perfume. Com a sua origem natural ou ainda frutos de melhoramentos genéticos, essas plantas demandam uma atenção especial de quem quiser as manter em casa, sejam elas no quintal ou mesmo em corte num vaso. Veja a seguir algumas recomendações dadas por profissionais e especialistas para o cuidado com a sua planta:

Sobre a poda

Existem pelo menos dois tipos de poda principais que deverão ser realizados em uma roseira, de formação e limpeza, na também chamada manutenção. Ambas deverão ser realizadas com uma tesoura de poda que poderá ficar bem afiada e limpa para não esmagar o tecido vascular da planta, o que poderá promover a entrada de fungos indesejados na sua mistura. O corte deverá sempre ser realizado em diagonal.

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Outra particularidade é que a poda de formação deverá ter como objetivos dar a planta uma forma interessante e bastante equilibrada bem como produtiva, com boas condições de arejamento. Normalmente é executada no início do seu cultivo com a roseira em formação, e ainda deverá ser repetida anualmente, de preferência durante o inverno. Nela deverão ainda ser retirados os ramos mais fracos, os que estiverem doentes e cegos, aqueles principalmente que a rosa murcha já foi cortada e não possui nenhum tipo de gema para desenvolver. Esta prática irá renovar e melhorar toda a formação da sua planta.

Na realização da poda de limpeza por exemplo, a finalidade é procurar eliminar os ramos considerados improdutivos ou mortos. Deverá ser realizada a limpeza sempre que houver folhas ou flores murchas. No caule da planta ainda é preciso se achar a gema ou o nó para que se possa fazer um corte correto. Isto é algo diferente do espinho. É grande, bem evidente porém não tão protuberante, não tem ainda uma ponta afiada. É recomendado também que se possa fazer um corte a um ou dois centímetros na diagonal no sentido contrário da planta, para que com isto a água da chuva e das regas acabe não se acumulando oferecendo o aparecimento de fungos ou doenças.

24. setembro 2013 por Steve Antonio Gomes
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