Conheça o Pinheiro do Paraná

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Esta que é uma árvore símbolo do estado do Paraná, mas que surge na maioria das regiões do sul do Brasil, a araucária é bastante conhecida por sua grande beleza, toda a sua função ecológica e ainda utilidade para o homem são interessantes. Apesar de contar com todas estas qualidades é uma árvore que está próxima de extinção. Uma particularidade desta árvore é que ela conta com um grande porte e pode chegar a até 50 metros de altura. É diferenciada dos outros pinheiros convencionais devido a toda a sua estrutura em candelabro e também seus saborosos frutos, os pinhões.

Os motivos da quase extinção da árvore

Por ser uma árvore de grande porte e também de madeira nobre a planta conta com uma série de benefícios para a indústria madeireira, por isso as derrubadas desta planta apesar de proibidas são frequentes. Outra situação é que quando são jovens são ótimas árvores de natal, com toda a sua estrutura de candelabro é possível perceber bem devagar a sua formação. As plantas poderão ser ou machos ou fêmeas não existindo hermafroditas como na maioria dos casos dos pinheiros. Além disto as fêmeas ainda produzem as pinhas que acabam amadurecendo lentamente e são compostas principalmente de pinhões numerosos. Para quem não conhece os pinhões são sementes grandes que servem de alimento tanto para humanos como também para diversas espécies de animais entre aves, animais selvagens e domésticos. A sua espécie é muito indicada para reflorestamento de toda a região sul do Brasil.

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O cultivo da planta

O cultivo da planta ocorre de forma fácil e prática, apesar da mesma exigir regiões frias para sobreviver. Em um primeiro momento ela deverá ser cultivada a meia sombra para que tenha um crescimento rápido e ainda lentamente deverá ser exposta ao sol pleno, como em condições diferenciadas e naturais de florestas. Esta é uma árvore exigente, que acaba vegetando em solos férteis e profundos. É importante deixar claro que a planta não se desenvolve bem em solos muito úmidos. Se multiplica por sementes e é muito tolerante tanto a regiões mais frias, neve e geadas mais intensas.

03. fevereiro 2014 por Steve Antonio Gomes
Categoria: Árvores | Tags: , |