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Técnicas e Plantas Para Jardins Verticais

Os jardins verticais são ótimas opções para um novo modelo de paisagismo. Por conta do crescimento acelerado dos grandes centros urbanos, houve, infelizmente, uma degradação do meio ambiente, fazendo com que áreas verdes fossem quase dizimadas. Na tentativa de recuperar um pouco dessas áreas urbanas, e de fazer com que o homem mantenha contato direto com um pouco de natureza, um biólogo francês, Patric Blanc, desenvolveu uma técnica a qual batizou de jardim vertical.  Trata-se de fazer o aproveitamento de muros, fachadas, de edificações diversas, criando suportes para as mais diversas espécies botânicas.

 

Há três formas de criar um jardim vertical, sendo que os três modelos podem ser aplicados aqui no Brasil. A primeira e mais usada é a técnica do muro com blocos vazados, onde poderão ser plantadas várias espécies. A segunda é criar uma superfície com fibra de coco. As mudas serão plantadas na própria fibra, assemelhando-se à casca das árvores. Já a terceira é a partir do plantio das espécies em vasos arrumados em quadros, estes podem ser reinstalados em caso de mudança e permitem a trocar dos vasos caso alguma das plantas morra. Entretanto, há outras ideias que podem ser ainda mais sustentáveis e econômicas para a população em geral.

Depois de ser realizada a escolha da técnica, é importante que sejam feitos alguns orçamentos para verificar a viabilidade do desenvolvimento do projeto. Em seguida, vale lembrar, que é importante escolher quais plantas serão usadas na composição do jardim vertical. Entre as espécies mais indicadas estão avencas, aspargos, bromélias, cactáceas, chifres-de-veado, ninho-de-passarinho, orquídeas, samambaias, selaginelas, suculentas, heras, brilhantinas, peperômias, marantas, ripsális, begônia, dinheiro-em-penca. Vale salientar que cada planta se adapta melhor a um ambiente, e a escolha por cada tipo também deve ser feito com base nessa consideração. Samambaias, por exemplo, são ideais para ambientes que recebem pouca luminosidade, já azaleias, adoradas por muitos, precisam de luminosidade intensa.

 

Depois dessas primeiras etapas é importante entender como serão os cuidados com o jardim vertical, como as podas, a tecnologia utilizada para a irrigação, se será manual ou automatizada, a adubação, bem como a iluminação.

 

Outros cuidados especiais devem ser tomados quanto à instalação do jardim vertical. O sistema de irrigação dele deve estar de acordo com o custo-benefício, em especial hoje, por conta da necessidade de economia de água e energia. No que concerne à limpeza do jardim, o mesmo deve ser considerado. O uso de calhas na parte inferior para reter o excesso de água, em sua base, é aconselhável. A quantidade de água, bem como o tempo de poda, dependerá do tipo de planta escolhido.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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Fazer Paisagismo e Jardinagem em Casa Sem Profissional

Com dedicação e muita paciência e, claro, material e equipamentos necessários, qualquer um pode ser um paisagista ou até mesmo um excelente jardineiro, seja por lazer ou atividade profissional. Vale lembrar que conhecimento teórico também é importante, mas hoje é mais fácil fazer a aquisição de conhecimento de como cuidar de plantas, jardins, manipular os equipamentos de forma correta e ainda garantir um jardim bonito e muitos elogios, sem ter de pagar caro pelo serviço.

 

Para quem quer se enveredar, o primeiro passo é conhecer as ferramentas necessárias para o uso e jardim. Elas não costumam ser de difícil manipulação, mas exigem alguns cuidados, além de material de proteção, como luvas, e óculos especiais. Uma boa tesoura de poda para cortas galhos, ramos de plantas e flores; cortadores de gramas tradicionais movidos à gasolina ou à eletricidade. Os modelos equipados com motores à gasolina são mais potentes e os motores elétricos, mais baratos. O custo médio para ter tudo isto e casa fica em torno de R$ 1.500,00.

 

Outro equipamento importante é a roçadeira, que cortam grama de forma mais leve, sendo sua maior vantagem fazer “acertos” em beiradas com grande precisão; colher de transplante para auxiliar no preparo de covas para transplante de mudas; pulverizador para aplicar defensivos, fertilizantes ou simplesmente borrifar água sobre as plantas; e sacho, ferramenta para abrir sulcos na terra, onde serão postas as sementes. O preço médio em equipamentos: R$ 1.200,00.

 

Também é importante evitar erros, que são comuns em quem está começando a trabalhar com equipamentos de jardinagem e /ou fazer o próprio paisagismo. Estude bem o local onde serão realizados os cuidados com jardinagem, para verificar se  os equipamentos cotados são os ideais. Às vezes a pessoa se decide pela compra de uma roçadeira, que custa caro, mas o terreno pediria um cortador de grama mais simples. Também é importante conhecer as plantas para saber se elas estão adequadas ao local onde se deseja plantá-las; as plantas ornamentais demandam mais cuidados do que outras e, podem não ser ideias para o local, algumas requerem mais sombra, mais luz ou mais água.

 

Concentre-se, portanto, em utensílios e ferramentas básicas que sejam úteis em jardins, gramados, canteiros, e que ainda possam ser usados para cuidado de vasos de todos os tamanhos.  O modelo ideal de cada item dependerá, em grande parte, da necessidade do usuário.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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Dicas de Plantas de Fácil Cultivo

Engana-se quem não possui uma plantinha sequer em casa porque acha que para ter plantas é preciso ter tempo. Mesmo com a correria do dia a dia é possível ter um lindo jardim em casa, em espaços pequenos. Basta que as plantas corretas sejam escolhidas. Muitas plantas não demandam de cuidados diários, nem podas constantes. O mesmo pode ser aplicado às regas.

 

Algumas espécies como a espada – de – São – Jorge e a ripsális resistem bem à intensa insolação e podem ser boas alternativas para quem adora um espaço verde, mas não para em casa. Alguns tipos de árvores e palmeiras também podem ser plantadas em vasos de diversos materiais e modelos, desde que o tamanho deles seja adequado para cada planta. A planta precisa se desenvolver, mas algumas não precisam de muita luminosidade, nem muita rega, muito menos espaços muito grandes. Alguns modelos de palmeira, por exemplo,  precisam de água somente na ausência de chuva e de adubo uma vez por ano. Caso sejam plantadas em sacadas, que tenham cobertura e não possam receber água diretamente da chuva, devem ser regadas ao menos uma vez por mês.

 

Plantas que são plantadas em vasos, segundo os especialistas, acabam retendo menos água e menor quantidade de nutrientes, isto provoca uma necessidade maior de atenção ao cultivo da planta. A mesma regra vale ainda para os vasos, quanto menores, menor será a capacidade de armazenar nutrientes para as plantas. Então, a dica é trabalhar com plantas que faça parte da realidade do ambiente, da casa e da rotina de quem irá cultivá-las.

 

O cultivo de algumas espécies pode ser a alternativa para evitar transtornos. Espécies como as palmeiras ráfis e chamaedórea e as plantas zamioculca e pacová podem ser uma boa alternativa para quem dispensa o trabalho diário com plantas. A vantagem delas é que não exigem muita luz e nem precisam ser regadas diariamente. Outras espécies bastante resistentes são as dracenas e os antúrios, que vivem e se desenvolvem bem na sombra e não exigem muito cuidado de seus donos.

 

Outra opção é fazer o cultivo de ervas como a hortelã, que dá pouco trabalho. A hortelã não precisa de muito sol, e pode ser regada apenas uma vez por semana. Outra possibilidade é a prática da hidrocultura, que pode ser realizada na sacada ou varanda, e não demanda grandes cuidados.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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Mantenha um Jardim na Praia e Saiba Como Driblar o Vento e a Maresia

Quem tem casa na praia e já tentou por vezes o cultivo de um jardim  e não obteve sucesso, saiba que é possível sim manter um belo e florífero jardim, desde que alguns cuidados básicos sejam tomados. O primeiro deles é saber fazer a escolha pelas plantas certas. Algumas espécies que se desenvolvem muito bem nos ambientes urbanos, não aguentam o excesso de vento, a maresia e o solo arenoso que são traços típicos das áreas litorâneas. Algumas plantas que se adaptam muito bem no litoral da região sul, podem não ter a mesma adaptabilidade em um litoral nordestino. Por isso, fazer uma pesquisa prévia e um bom planejamento são fundamentais para ter sucesso com o jardim em casa de praia. 

 

A regra, de acordo com os especialistas, é sempre fazer a opção por plantas que sejam nativas da região. Dessa foram, não haverá problemas para a composição de um jardim litorâneo. Coníferas, azaleias, rododendros, hortênsias, íris, glicínias e todas as variedades típicas de climas frios devem ser evitadas, pois terão seu desenvolvimento prejudicado, com floração menos expressiva, por exemplo. O ideal é que sejam eleitas plantas ou flores de espécies com florada no verão, para que se possa apreciar a beleza das flores na época em que mais se desfruta das praias.

 

Outra regra de ouro para a composição de um jardim em casa de praia é a escolha do local onde ele será constituído. Terrenos baixos, que podem ser invadidos pela maré, comprometem o resultado final, sendo necessário elevá-los e /ou dotá-los de elementos de contenção. Além disso, adequações do substrato podem ser necessárias, bem como do regime de regas e adubação.

 

Quase como uma regra, quando se fala em jardins em casas de praias, ou regiões litorâneas, de modo geral, os solos são arenosos. Sendo assim, é mais adequado dar preferência a espécies que sejam bem adaptadas a este tipo de substrato ou, ao menos, tolerantes a tal condição. Para cultivar plantas que preferem terrenos argilosos, deve-se substituir o solo das áreas de plantio – o que tem custos financeiro e ambiental, muito elevados, e o resultado estético, provavelmente abaixo do esperado.

 

Alternativas que podem ser bem sucedidas nesse caso são a adição de terra argilosa e muita matéria orgânica para manter a umidade por mais tempo.

 

Ainda opte por plantas que tenham uma camada protetora em suas folhagens para se protegerem naturalmente da salinidade.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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Dicas de Jardins Verticais

Os jardins verticais são hoje uma necessidade de quem vivem grandes centros urbanos. Como as casas estão sendo substituídas pelos arranha-céus, com apartamentos cada vez menores, há a necessidade do ser humano de continuar em contato com a natureza, até mesmo para tentar manter algum equilíbrio com o ecossistema. Este processo tem feito com que surjam grandes novidades em todos os setores, em particular no que se refere ao meio ambiente. Sendo assim, uma novidade que veio para ficar foi o jardim vertical, parede verde, ou ainda parede ecológica.

E como os ambientes estão cada vez menos, é importante aprender a construir possibilidades de manter um pouco de verde, de forma bastante inteligente, sempre aproveitando o pouco espaço que há, seja ele em qualquer cantinho de casas e apartamentos. Por isso, mesmo que seja na parede das construções, que não deve ser tomada apenas como uma parte do alicerce da construção, divisória ou uma simples barreira. É perder espaço, oportunidade de “verdejar” e ser ecológico. É importante fazer construções de forma sustentável, para que haja mais verde nos locais degradados pela urbanização. Somente dessa maneira é possível ter uma melhoria – relativa – do ar, bem como qualidade de vida.

Os jardins verticais foram idealizados pelo botânico francês, Patric Blanc, ainda em meados dos anos de 1980. O projeto de Blanc teria sido inspirado no próprio universos das plantas – ao observar as epífitas, epilíticas e trepadeiras – plantas que pertencem a uma categoria de plantas que se desenvolvem umas sobre as outras ou até mesmo sobre rochas, ele pensou que tais plantas poderiam crescer por sobre as fachadas, muros e edifícios. A ideia muito rapidamente se espalhou e foi bem aceita na Europa, e hoje a técnica pode ser encontrada em diversos locais do mundo.

Os benefícios de manter um jardim vertical são inúmeros – melhora na qualidade de oxigênio, melhora na sensação térmica, por conta da umidade garantida pelas plantas, sem contar que há uma ova atmosfera sendo criada, com cores e aromas das plantas, que corroboram ainda mais com a qualidade de humor das pessoas.

Há três técnicas que podem ser utilizadas para o desenvolvimento de jardins verticais. A primeira delas e também a mais usada é a técnica do muro com blocos vazados, onde podem ser plantadas várias espécies. A segunda é a partir da criação de superfície com fibra de coco. As mudas serão plantadas na própria fibra, assemelhando-se à casca das árvores. A terceira opção é feita com o plantio das espécies em vasos arrumados em quadros. As três são be aplicadas no Brasil.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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Ideais Criativas e Sustentáveis Para a Composição de Jardim Vertical

Os métodos mais tradicionais para a criação de um jardim vertical são: a técnica do muro com blocos vazados, onde poderão ser plantadas várias espécies;  a criação de uma superfície com fibra de coco, na qual as mudas serão plantadas na própria fibra, assemelhando-se à casca das árvores; e a terceira é a realização do plantio de espécies em vasos arrumados em quadros. Com quatro tamanhos definidos, os quadros podem ser reinstalados em caso de mudança e permitem a trocar dos vasos caso alguma das plantas morra. 

 

Embora estas sejam as mais comuns de serem encontras – tendo também sido as que foram desenvolvidas pelo biólogo francês Patric Blanc, há outras possibilidades de criação, composição e montagem de jardins verticais que podem ser econômicas e muito criativas, além de aplicadas facilmente em interiores de casas, e pelos próprios moradores, sem que haja a necessidade de contratação de serviço especializado em paisagismo e jardinagem.

 

Usando uma tela: com este método é possível plantar diversos vasos com plantas de diversas espécies diferentes. Em cada vaso é necessário que tenha um gancho para poder se fixar bem. A tela pode ser do tamanho de sua preferência e usado tanto interno, como externamente. Ideal para ser feito no interior dos ambientes, em especial em paredes cuja função é apenas fazer divisória, como as paredes de lavanderias.

 

Usando latas de alimentos em conserva: As mudas das plantas podem ser colocadas em latas de milho, ervilha, e que antes seriam descartadas. Procure usar as maiores, de 2 ou 3 kg, ou no tamanho de sua preferência. Depois, as latinhas podem ser colocadas na parede interna ou externa, de forma dispersa, bem como em muros. A ideia é muito criativa, fica lindo, sem contar que é altamente  sustentável.

 

Usando sapateira velha: Ideal muito bacana, para dar uma finalidade para aquela sapateira tradicional, que seria descartada. Ela pode virar uma linda floreira, pode ser também dependurada na sala, no jardim de inverno, ou em qualquer parte de sua preferência. Projeto lindo e que é muito sustentável.

 

Usando vasinhos de cerâmica: este modelo é o mais tradicional dentre todos. Com madeira reutilizada, dá pra fazer uma cabidela e prender os vasinhos de cerâmica com espécies de flores ou até mesmo com hortaliças e, ervas do tipo medicinal. Os vasos podem ser coloridos, de tamanhos e modelos diferenciados.

 

Usando painel de bambu: ideia bem clean e muito atraente é o painel de bambu, pois nele é possível serem pregados vasos quadrados ou retangulares com hortaliças e até mesmo com flores. Mescle os dois para variar o efeito.

12. fevereiro 2015 por Steve Antonio Gomes
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